Pular para o conteúdo
Negocie e Feche Quero Conversar
Vamos destrinchar

Como cobramos por turma em programas de negociação entre sócios e associados

Montar a turma resolve a parte do conteúdo. Mas quem decide quem participa de qual módulo, e quem paga quanto? Normalmente essa decisão vira uma reunião extra entre sócios — e é aí que entra a gestão de turmas.

Da inscrição ao boleto

Quatro passos entre confirmar a vaga e ver o valor no boleto do escritório.

Vale repetir: esse fluxo roda em cada módulo, em qualquer formato listado ao lado. E é justamente essa repetição, sempre identificada e registrada, que evita ratear tudo de forma genérica — cada área paga pelo que de fato praticou.

Sócio ou associado se inscreve no módulo
A presença fica registrada
As horas de prática somam por pessoa
Cobrança por área ou por pessoa é aplicada
1

Como reconhecemos cada participante

Cada pessoa recebe um login próprio pra se inscrever nos módulos: e-mail do escritório, um código de turma ou o sistema interno da sociedade. É esse identificador — não o cargo, nem a área — que o sistema associa a cada sessão, o que permite tratar contabilidade, advocacia e consultoria com trilhas diferentes dentro do mesmo programa.

2

Como fica o registro de presença

A partir da inscrição, o sistema registra o início e o fim de cada módulo, os exercícios concluídos naquela sessão específica e, quando cabe, a nota da simulação de negociação. Já pensou em provar, com dado, quem realmente praticou a proposta antes da reunião com o cliente? É exatamente isso que esse registro permite.

3

Quem tem prioridade na turma?

Quando o número de interessados supera o número de vagas de um módulo, regras de prioridade decidem quem entra primeiro — por exemplo, prioridade pra quem está mais perto de uma renovação de contrato grande, ou um rodízio entre áreas em períodos com mais interessados do que vaga. As regras são combinadas com você, não impostas de fábrica.

4

Modelos de cobrança possíveis

O registro por sessão permite mais de um modelo de cobrança sobre o mesmo programa: valor fechado por área participante, cobrança por pessoa treinada, uma franquia mensal de vagas com excedente cobrado à parte, ou um modelo híbrido combinando os dois. Qual desses já se parece com o jeito que seu escritório organiza outros investimentos?

5

O que você consegue ver nos relatórios

Sócios responsáveis, RH e coordenação de área têm acesso a um extrato de participação por área, por pessoa ou por módulo, com o histórico de sessões e os exercícios concluídos. Esse relatório é o que substitui a pergunta informal de «quem participou mesmo» por um número que todo mundo pode conferir.

6

E se alguém faltar?

Em programas com módulos fechados por turma, é possível configurar reposição limitada pra quem falta com justificativa, do mesmo jeito que qualquer outro compromisso de agenda do escritório. Isso não garante vaga automática em qualquer data nem substitui o aviso prévio — é só um mecanismo que cada escritório decide se quer ativar, e sob quais condições.

O que isso muda na prática pra quem administra

Pra um sócio administrador, um RH de treinamento ou uma coordenação de área, a diferença central não é o conteúdo da oficina — é a gestão. Em vez de decidir caso a caso quem participa primeiro, ou aceitar que o investimento fique diluído num orçamento geral, existe um registro que sustenta a decisão e a cobrança.

Bom senso continua necessário, sempre — nenhum mecanismo elimina isso por completo. Regras de prioridade pedem ajuste com o tempo, e um modelo de cobrança pode não encaixar na rotina do escritório e precisar de troca. O que a gestão de turmas garante é a informação para decidir esses ajustes com base em participação real, não em suposição.

Faz sentido conferir qual cobrança combina com o seu escritório.

Quero Conversar