Antes de estruturar um programa de oficinas, um escritório dependia de um único sócio pra negociar toda renovação de honorário. A combinação era informal: só ele sabia argumentar preço, e qualquer ausência dele adiava a conversa com o cliente — motivo recorrente de atrito interno.
Depois de estruturar o programa, cada associado sênior passou a praticar a própria negociação de honorário numa sessão fixa por mês. O sistema registra a prática individual, aplica um rodízio de simulação nos momentos de maior pressão do trimestre e gera um relatório mensal que a sociedade usa pra acompanhar onde o time ainda trava.
Não é um caso real — é um exemplo do tipo de organização que a gestão de turma torna possível quando mais de um sócio passa a negociar honorário sem depender de outra pessoa.
